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#39 – IoT – MWC

P&R. FinTech: o meu consultor financeiro é um robô

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A empresa de FinTech Moneyfarm recorre a tecnologia de ponta, assim como a especialistas financeiros bem humanos, para que investir se torne mais simples, mais fácil e menos oneroso. A empresa aposta também na inteligência artificial (IA) e no Machine Learning, tendo recentemente adquirido o Ernest, um chatbot dotado de IA. A revista eletrónica Directindustry e-magazine entrevistou Paolo Galvani, cofundador e presidente da Moneyfarm.

 

DirectIndustry e-magazine: Porque lançou a Moneyfarm?

Paolo Galvani: Giovanni Daprà e eu fundámos a Moneyfarm em 2011 para colmatar uma lacuna que observámos no mercado de investimentos: o aconselhamento financeiro convencional continuava fora do alcance de muitos e as alternativas mais acessíveis que existiam on-line não ofereciam as mesmas vantagens. A Moneyfarm alia eficiência tecnológica a empatia humana e a conhecimento especializado sobre finança para fornecer aconselhamento e soluções de investimento com uma boa relação custo-qualidade. É um gestor digital de património que ajuda as pessoas a proteger e a aumentar o seu património com o objetivo de garantirem o seu futuro. Através da nossa plataforma de investimento on-line, oferecemos aconselhamento sobre carteiras diversificadas de fundos cotados em bolsa (ETF), concebidas para oferecer um crescimento sustentável ao longo do tempo, através de uma série de classes de ativos.

DirectIndustry e-magazine: Que tipo de tecnologia está por trás de tudo isso?

Paolo Galvani: A tecnologia permite-nos ajudar os investidores a encontrar carteiras de investimentos que correspondam aos seus perfis. Cada novo cliente preenche um questionário durante o processo de inscrição. Os algoritmos que desenvolvemos internamente efetuam a correspondência entre cada investidor e um perfil de investidor que reflita a sua tolerância ao risco. O investidor é, então, associado a uma carteira especificamente criada e gerida pela nossa equipa de especialistas em investimentos em função do perfil de investidor do cliente.

DirectIndustry e-magazine: Quais são as vantagens para o utilizador?

Paolo Galvani: Por vezes, os investidores esperam mais de uma semana por conselhos de investimento de um consultor financeiro. Na Moneyfarm, reduzimos esse prazo para alguns segundos. Ao aumentarmos a eficiência deste processo, podemos manter os custos baixos e tornar o aconselhamento financeiro acessível a todos. Fomos igualmente o primeiro gestor-robô no Reino Unido a lançar uma aplicação móvel com a gama completa de serviços, permitindo aos utilizadores acederem aos seus investimentos a qualquer hora através de uma interface que apresenta uma grande facilidade de navegação e de gestão.

DirectIndustry e-magazine: Na sua opinião, de que forma contribui a IA para melhorar os serviços financeiros em geral?

Paolo Galvani: A IA está a melhorar a indústria dos serviços financeiros ao recentrar a atenção no cliente. Graças à IA, as empresas conseguem extrair informações relevantes de grandes volumes de dados transacionais e comportamentais, a fim de desenvolverem carteiras e produtos novos que são adaptados às necessidades dos clientes e que continuarão a sê-lo acompanhando a evolução das circunstâncias no futuro.

DirectIndustry e-magazine: Como gostaria de ver evoluir a vossa tecnologia?

Paolo Galvani: Na Moneyfarm, recorremos à tecnologia para podermos oferecer aos nossos clientes aconselhamento sobre investimentos personalizado e a custos reduzidos. Procuramos constantemente aperfeiçoar este processo. O Open Banking representa uma grande oportunidade para o setor da gestão de património. A tecnologia é o pilar do Open Banking, o qual permite às pessoas utilizarem dados sobre os seus hábitos de consumo e as suas poupanças para obterem um aconselhamento mais personalizado e de melhor qualidade, o que simplificará a fase de planeamento da poupança e do investimento. A Moneyfarm preparou-se para o Open Banking adquirindo o Ernest, um chatbot de gestão de finanças pessoais dotado de IA.

DirectIndustry e-magazine: Pode falar-nos um pouco mais do Ernest e da forma como pensa que o Machine Learning irá ajudar a sua empresa no futuro?

Paolo Galvani: Nós somos o primeiro gestor-robô a usar a tecnologia chatbot para ajudar particulares a gerir o seu dinheiro e os seus investimentos. A tecnologia do Ernest torna-o capaz de explorar o comportamento transacional quotidiano dos clientes, o que se revelará crucial uma vez que a Moneyfarm visa fornecer aconselhamento financeiro mais personalizado, que leve em consideração um leque mais vasto de hábitos de consumo.

 

Traduzido do inglês por Helena Lino

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